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segunda-feira, 13 de abril de 2015

A Educação hoje

A Educação sistematizada vem sofrendo mudanças constantes, influenciada pelo avanço do mundo digital, suas possibilidades e desafios. Não podemos afirmar que o uso da tecnologia por si só, promova bons resultados, mas sabemos que a diferença no processo educacional é a atuação das pessoas, o projeto pedagógico e suas diretrizes e a interação que o professor estabelece com os alunos.

O papel da educação é de mediar de forma competente e interessante as atividades pedagógicas a fim de quebrar a previsibilidade e promover a inovação. Mas como fazer educação assim?

Segundo Moran (2013) uma educação inovadora “se apoia em um conjunto de propostas com alguns grandes eixos que lhe servem de guia e de base: o conhecimento integrador e inovador; o desenvolvimento da autoestima e do autoconhecimento; a formação de alunos empreendedores e a construção de alunos-cidadãos”.

Esses pilares fazem com que a aprendizagem seja mais flexível, atual e dialógica. Nosso desafio é de realizar tudo isso apoiado pela tecnologia digital com a utilização de diversas mídias que impactam profundamente o processo de ensino-aprendizagem. Todos somos produtores e consumidores de informação; todos nós podemos multiplicar escolhas; todos nós podemos nos libertar dos espaços e do tempo pela mobilidade e virtualização.

Precisamos promover discussão, interação e desafios para que os alunos saibam lidar com os problemas, façam escolhas e consigam se posicionar diante das questões que o mundo profissional exige.


Thay Rodrigues - Tutora da Fábrica de Cursos

segunda-feira, 9 de março de 2015

A Educação a distância e suas possibilidades

O aluno no contexto da educação a distância online é livre para buscar suas informações, resolver seus problemas e produzir conhecimento significativo de acordo com seu interesse de estudo.

As tecnologias de informação e comunicação, as possibilidades de interatividade nas novas tecnologias, são capazes de romper as barreiras de tempo e espaço. As tecnologias da informação e comunicação permitem que pessoas que estão em diferentes localizações geográficas possam habitar o mesmo espaço, se conectando a qualquer momento. Esta possibilidade oferece novas oportunidades de aprendizagem em novos meios e formatos de materiais didáticos, além de novas estratégias pedagógicas nos ambientes virtuais de aprendizagem.

Os alunos, ao terem acesso às informações e produzirem conhecimento, compartilham experiências culturais de outros participantes que contribuem para que possam se tornar indivíduos mais capazes de serem responsáveis e conscientes por suas necessidades e interesses de aprendizagem, de forma consciente e autônoma.

Conclui-se que no processo de educação a distância online, os envolvidos tenham acesso às informações e participem do processo a partir das trocas dessas informações e experiências, desenvolvendo conhecimentos e relações do mundo em que vivem a partir do apoio dos mediadores.

A importância da orientação dentro dos ambientes virtuais de aprendizagem se faz necessária em todos os aspectos e considerações de um aluno virtual. A mediação para a ambientação do aluno além de ter como objetivo o auxílio, e o incentivo deve ter um papel de orientação para o uso dos recursos presentes dos ambientes virtuais afim de que haja uma melhor utilização dos ambientes virtuais de aprendizagem e um efetivo do processo de construção do conhecimento por parte dos alunos.

Percorrer os conceitos de tecnologia e educação, desde um modelo convencional e presencial chegando à educação a distância online, foi de importância para este estudo que teve por objetivo enfatizar o valor da ambientação, por parte dos alunos e por parte dos professores, dentro dos ambientes virtuais de aprendizagem, que se faz amplamente necessária.

Thay Rodrigues - Tutora da Fábrica de Cursos 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Quais são as novas competências necessárias para o ensino-aprendizagem na Educação a Distância?

Uma vez que esta modalidade encontra-se em projeção de ascensão internacional e nacional, aumentando a oferta de ensino superior, pós-graduação, cursos de extensão e qualificação profissional, possibilitando a elevação do nível de escolaridade e maior preparação para o mercado de trabalho, a educação a distância vem apontando, dentre as alternativas de estudo, como uma possibilidade concreta de ultrapassar os centros urbanos, permitindo que a formação continuada seja realizada utilizando como recurso as novas tecnologias.
Logo, esse processo de ensino-aprendizagem deve ocorrer pelo paradigma centrado na ação educativa flexível, aberta e interativa, a partir do qual o aluno percorrera o processo de aprendizagem no seu tempo individual, de forma autônoma, mas não necessariamente sozinho. (VILLARDI, 2005). E é nesse contexto que se insere o tutor.
Acompanhar o aluno, dando o suporte teórico necessário para uma ação reflexiva dentro de sua área de conhecimento, são ações relevantes do papel do tutor no processo de ensino-aprendizagem do aluno. Para tal acompanhamento pedagógico, o professor precisa estar confortável dentro do ambiente de ensino e também de todo aparato tecnológico, para que utilize, de forma produtiva, todas as ferramentas disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem com a finalidade de oferecer uma formação de qualidade.
       Segundo Silva (2008), “Na sala de aula presencial prevalece a baixa participação oral dos alunos e a insistência nas atividades solitárias”, enquanto na Educação a Distância, a participação do aluno é de caráter fundamental  para construção do seu conhecimento e dos colegas de ambiente virtual, sendo assim, o professor necessita mediar essas participações interativas, para que nenhuma aprendizagem ocorra com conceitos deturpados.  Nessa lógica, “o professor deixa de ser um informador para ser um formador; caso contrário, o uso da tecnologia terá apenas aparência de modernidade.” (GABRIEL, 2013)
GABRIEL. Martha. Educar a (r)evolução digital na educação. -1.ed. – São Paulo: Saraiva, 2013.
SILVA, Marco (2008). Sala de Aula Interativa: A Educação Presencial e a Distância em Sintonia com a Era Digital e com a Cidadania. http://www.senac.br/BTS/272/boltec272e.htm. Acesso em 12/09/2014.

VILLARDI, Raquel e OLIVEIRA, Eloisa Gomes. Tecnologia na educação: uma perspectiva sócio-interacionista. – Rio de Janeiro: Dunya, 2005. 

Thay Rodrigues - Tutora da Fábrica de Cursos 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Os sete passos para a implantação do e-learning

O planejamento da implantação do e-learning é fundamental para o sucesso do processo nas instituições que aderem esta forma de treinamento. Antes mesmo da execução, ou escrita da primeira palavra para os treinamentos, há um processo de planejamento com vários passos e pontos a serem observados e considerados. Há algumas dicas que podem ajudar a tornar este processo mais simples.

Primeiro: Estabeleça metas.
As metas são válidas tanto para os alunos que irão iniciar os treinamentos, quanto para o próprio projeto de e-learning. Os objetivos devem servir como guia deste processo. É importante definir estas metas pessoais, pois isso fará com que fique dentro do prazo determinado pelo programa.

Segundo: Reúna seus recursos.
Entender como a ferramenta funciona e saber os recursos que estão disponíveis na utilização da dela, irá facilitar a navegação do aluno, aproveitando o tempo para de fato para aprender sobre o assunto que está sendo tratado.
Ter conhecimento prévio dos recursos existentes, fará com que o processo seja suavizado e mais proveitoso.

Terceiro: Defina conceitos.
Usar um padrão visual e linguístico irá auxiliar no entendimento e na aprendizagem. Criar glossário com as definições das palavras e termos que irá utilizar facilitará o aprendizado.

Quarto: Mapeie o curso e-Learning.
O roteiro é essencial para qualquer projeto, e no desenvolvimento desta primeira etapa você deve observar, não somente os módulos que precisa incluir, mas também cada etapa do processo em detalhes. Saber os prazos para a conclusão de cada tarefa pré-definida.

Quinto: Pesquise seu público-alvo.
No processo de preparação dos treinamentos online, é muito importante estudar profundamente o seu público alvo. Quanto mais informações você reunir deste grupo, mais personalizado e adequado o seu curso irá ficar. Além de buscar informações de escolaridade, idade e rotinas, é importante também observar o cultural. Reuniões, pesquisas e até mesmo visita nas empresas, irão facilitar o levantamento destas informações, que farão grande diferença em sua execução.

Sexto: Definir as expectativas e Atribuir as responsabilidades do projeto.
No projeto de e-learning, existem as expectativas, estas estão atreladas diretamente ao sucesso do processo. Para que o processo na elaboração de treinamentos seja eficiente, cada indivíduo deve entender seu papel e seguir as orientações adequadamente, tendo os prazos e os levantamentos anteriores como seu direcionador.

Sétimo: Crie uma descrição completa e profunda de um curso
É primordial ter uma descrição do curso e um plano de estudos antes mesmo de iniciar o processo de design. Isso servirá como guia, e assim a produção não fugirá ao tema. Dar um tom ao curso, também irá auxiliar a desenvolver assuntos de forma organizada e coesa.  É importante descrever os resultados desejados, aplicações no mundo real e os benefícios associados com o assunto tratado.

Estes passos irão auxiliar a tornar o processo de desenvolvimento do e-learning simples e direto. Não esqueça que a organização e planejamento são essenciais para que o desenvolvimento seja adequado e você consiga chegar ao seu objetivo, que é fornecer uma solução que de fato será efetiva.


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Avaliação na Educação a Distância

Na Educação a Distância é de suma importância àquele que avalia verificar o progresso do aluno continuamente e acompanhar o seu processo de aprendizagem, podendo, assim, intervir ou não de acordo com as suas observações.

Uma avaliação diagnóstica no início de um curso tem uma importância fundamental a partir do momento em que podemos considerar que nossos alunos não são como um “copo vazio” e já trazem experiências consigo. É preciso entender e reconhecer que tipo de bagagens seus alunos já possuem para que o professor-tutor possa nivelar as aulas, por exemplo.

A ferramenta “Fórum” é uma ótima estratégia para uma avaliação diagnóstica, por exemplo. Em um início além de permitir a realização da avaliação, o fórum é capaz de possibilitar a interação entre os envolvidos, o que poderá ser bastante útil no decorrer do curso.

Fontes de avaliações possíveis em um curso a distância online:

- Fórum de discussão;
- Resolução de tarefas propostas;
- Elaboração de trabalhos por diversos outros recursos possíveis (wikis, questionários etc).

Diversas são as ferramentas possíveis a serem utilizadas em um curso a distância online para realizar a avaliação dos alunos. Porém, é preciso entender que esta modalidade de ensino tem como principal característica a autonomia do aluno, tendo o professor-tutor um papel de mediador e facilitar do processo de aprendizagem dos alunos. Desta forma, uma avaliação que tem por objetivo acompanhar todo o processo do aluno e auxiliá-lo é eficaz.


Thay Rodrigues - Tutora da Fábrica de Cursos 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Gamification - RPG no ensino corporativo

Os jogos de RPG (Role Playing Game ou Jogo de interpretação de papel) surgiram em 1974 e desde então, foram uma alternativa aos jogos competitivos e limitados. O RPG é “um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.”¹

Os jogos de interpretação de personagem são famosos entre seus adeptos pelo aspecto criativo, colaborativo e desafiador. Universos e realidades infinitas podem ser criadas para serem usadas como cenário, o que torna a abrangência desse jogo virtualmente infinita. 

A popularização do RPG entre jovens nascidos na década de 80 no Brasil, moldou uma geração de jogadores adultos que descobriram que os jogos poderiam ir muito além de um hobby. O RPG já é usado em escolas, grupos de apoio e centros sociais como método de interação, aprendizado e colaboração entre os participantes.

O primeiro jogo de RPG publicado no Brasil foi o “Desafio dos Bandeirante”, pela GSA  em 1992 e foi amplamente usado por professores da rede pública e privada de ensino como forma de abordar de uma maneira interativa a história do Brasil. Outro jogo que também fez sucesso na época foi uma versão adaptada de regras de um RPG americano (GURPS) para um cenário do Quilombo dos Palmares. O próprio MEC reconhece e incentiva o uso do RPG como método de ensino. 



Veja um exemplo de aula real, proposto por uma professora do ensino fundamental usando o RPG:

Efeito estufa- RPG, aprendendo, recriando e refletindo:

No meio corporativo, os jogos de RPG podem ser tão bem explorados como no ensino escolar. Situações podem ser encaradas e resolvidas com o uso dos jogos. Personagens interpretados pelos funcionários podem refletir seus métodos de comportamento, atenção aos detalhes, proposta de soluções e colaboração com a equipe. Esse tipo de dinâmica ainda não é popular entre gestores e líderes de equipe, mas a tendência é uma mudança nesse cenário. Com o crescimento exponencial do ensino a distância, os jogos de RPG podem e devem ser explorados com a ajuda das diversas ferramentas que as empresas dispõem no mercado. As dinâmicas de grupo têm um enorme potencial se mescladas ou substituídas por jogos de interpretação de papel. Situações constrangedoras e problemas inesperados podem ser contornados pela interpretação dos participantes nas situação hipotética em que cada um exerce sua função ou até mesmo representando a função dos outros colegas.

O RPG é um jogo colaborativo, onde não existe vencedor. Para treinar funcionários em diversos assuntos, o RPG pode criar cenários onde os conhecimentos da equipe são colocados em desafio, sem a necessidade de uma situação real que pode gerar custos devido à erros. De uma simulação de vendas ao procedimento de segurança numa situação de emergência, o jogo dá liberdade de interação e infinitas tentativas de sucesso até a total compreensão de como lidar com as situações apresentadas.

O desafio e diversão do jogo é imaginar situações apresentadas como obstáculo, interpretar um personagem nessas situações e buscar uma solução baseado nas regras estabelecidas. Os resultados de uma sessão produtiva de RPG podem surpreender não apenas a equipe, mas toda a gestão da empresa.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Os Mapas Conceituais como estratégia de aprendizagem

“Professor, não apaga o quadro!”

Quem é professor, já ouviu esta frase por muitas vezes, não é? 

Como o aluno assimila todas as informações passadas em uma aula? Como pode ser feito um resumo sobre um determinado assunto?

Alguns professores, com a ideia de facilitarem a aprendizagem de seus alunos, baseados no Construtivismo, a ideia da construção de Mapas Conceituais – os Mapas Mentais – foi surgida.

Os Mapas Conceituais podem ser caracterizados por uma estratégia de organização de ideias capazes de resumirem determinados assuntos por meio de palavras-chave, imagens, símbolos em uma estrutura advinda de um conceito.

Esta estratégia pode ser capaz de permitir ao aluno passear entre os conceitos a partir da percepção dos vários elementos que podem estar inseridos no Mapa, assimilando analogias e auxiliando a capacidade de raciocínio sistemático e permitindo as relações com o todo.

Os Mapas Conceituais podem ser úteis em ‘brainstormings’, em tomadas de decisões, resolução de problemas, ou seja, em qualquer assunto, inclusivo no âmbito da Educação a Distância. O aluno deve construir seu conhecimento, e aprender a partir do reconhecimento de conceitos, estabelecendo significados.

Na educação a distância não é diferente, também devemos utilizar de estratégias que facilitem a aprendizagem – criar possibilidades de ensino-aprendizagem que possam relacionar a maior quantidade de fatos possíveis pesquisados e estudados, fazendo com que o aluno possa reter ainda melhor o conteúdo abordado.

Thay Rodrigues - Tutora da Fábrica de Cursos

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Atitudes para ter bom relacionamento no trabalho

A postura profissional dentro do escritório muitas vezes é mais importante que a competência técnica do funcionário. Na maioria das vezes uma pessoa é contratada por ter um determinado conhecimento, mas é demitida por não se encaixar na cultura da instituição.  

Ao ser contratado em uma nova empresa é importante observar como as pessoas se comportam naquele ambiente. Interromper os colegas de trabalho para fazer comentários desnecessários ou fora de hora são algumas atitudes que podem prejudicar sua reputação profissional.

Procurar se familiarizar com os costumes da instituição também é um fator relevante. Por exemplo, saber respeitar a hierarquia da empresa. Em algumas companhias o acesso aos diretores é livre, ou seja, o funcionário pode ir direto a sala do chefe sem antes conversar com o gerente.  Mas em outras empresas é importante respeitar a posição de cada funcionário, para não ser mal interpretado.

Ter uma postura cordial é fundamental para o bom relacionamento na empresa. Ser educado e se mostrar solícito são características que as empresas valorizam, são pessoas que sabem trabalhar em equipe.

Muitas empresas por saberem desse problema buscam treinamentos para capacitar os funcionários e diminuir o turn over. Uma boa solução é disponibilizar cursos através do e-learning na integração do novo funcionário. Assim ele aprende desde o inicio a cultura da empresa e como deve se comportar naquele ambiente. 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Estudante x Estudioso

Apesar das palavras possuírem o mesmo radical e se referirem a qualidades, há grandes diferenças no seu significado e comportamento de um sujeito.

Um estudante é aquele que frequenta uma determinada instituição de ensino exercendo seu papel de aluno e suas funções acadêmicas básicas para alcançar um determinado objetivo.

Um estudioso vai além do que lhe é proposto. Este procura enriquecer mais o seu conhecimento, rompendo as barreiras e fronteiras. Buscando sempre novas fontes de pesquisas e pode ser considerado como aplicado, atento e diligente.

Uma modalidade a qual auxilia nessa extensão de estudo e capacitação, em determinados temas, é a EAD com ferramentas as quais contribuem para, cada vez mais, a autonomia desse aluno.

Esta atitude favorece o currículo profissional de uma pessoa. No caso de um universitário os cursos acrescentam como atividades extracurriculares, uma exigência de algumas faculdades. Se for numa concorrência de vaga para emprego o candidato que tiver cursos que complementem sua base tem mais probabilidade de notoriedade.

A educação é a alicerce de uma sociedade e a prática de estudar deve ser constante, não só, para destaque profissional como, também, respeito e reconhecimento de diversas culturas.

segunda-feira, 31 de março de 2014

O papel do estágio para o desenvolvimento da carreira

O estágio é de suma importância no processo de formação de um profissional. Para muitos é o primeiro contato com o mercado e possibilita que o estudante possa vivenciar aquilo o que aprendeu na sala de aula, só que de um modo mais eficaz: na prática. É comum que o estudante associe a realização de uma atividade no estágio ,ao conteúdo ministrado pelo professor. Desse modo ele passa a lidar com novas possibilidades, desafios diários e certamente grandes descobertas.

Além disso, durante o processo de estágio o estudante pode ampliar seu network, fazendo contato com profissionais renomados que com suas experiências podem direcionar e estimular os mesmos. É possível também ,que durante esse processo ele realmente entenda as áreas em que pode atuar, conheça suas aptidões e passe também  analisar o que precisa incorporar, para melhorar como profissional e alavancar sua carreira.

Em muitos casos, após o período de adaptação, o estagiário é efetivado pela organização, que vai contar com um profissional que já esta ambientado, conhece a cultura da empresa e certamente estará motivado, para construir seu plano de carreira e contribuir para o alcance dos objetivos organizacionais.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Uma prática libertadora

A educação é uma ação universal e de extrema importância em qualquer momento. Ocorre e pode ter eficácia em qualquer âmbito, por isso, não devemos nos acomodar em utilizá-la de apenas uma forma.
       
Com o perceptível crescimento dos cursos online percebemos a quebra do estereótipo, a qual nos leva a crer, que a educação a distância é um meio frio que serve apenas para transmitir mais uma informação. Ao contrário, é notório que a EAD tem recursos maravilhosos e competentes para manter uma boa interação entre aluno-professor.
      
Isto, portanto, comprova que é preciso libertar-se de antigos mecanismos e explorar a nova geração da era digital, enquadrando-se aos seus parâmetros e utilizando suas ferramentas a nosso favor, em função da evolução.